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Geologia e Minas realizam workshop para Jornalistas e fazedores de opinião

O workshop para Jornalistas e fazedores de Opinião que teve lugar no Anfiteatro da CATOCA, em Talatona-Luanda, estiveram representantes do Ministério da Comunicação Social, o GRECIMA, os órgãos de Comunicação Social, as Associações de profissionais da comunicação social e a Entidade Reguladora da Comunicação Social angolana, que por sua vez veio substituir o Conselho Nacional da Comunicação Social, económicos, políticos e de outras ordens.

O encontro que durou 11 horas esteve distribuído em três PAINÉIS, que no primeiro Painel foram abordados temas de Como Reportar e Noticiar sobre o sector da Geologia e Minas (GCII), Estatuto Orgânico do MGM, as atribuições das Direcções mais relevantes e das Instituições Tuteladas, no segundo PAINEL: Origem, Organização e Estatuto Actual, Origem e Impacto no Sector, Organização e funcionamento, e Estado Actual, Instrumentos de Gestão tais como: Estratigrafia de Angola, BADAGEO, SIRMA e Gestão de Quadros. Já no terceiro Painel, Conceitos, Glossário Mineiro e Utilidade dos Minerais, Indicadores e Unidades de Medida da Geologia, Conceitos Jurídicos Geológico-Mineiros, Conceitos Ambientais e de Desenvolvimento Sustentável.

Francisco Queiroz, Ministro da Geologia e Minas, afirmou que o Seminário foi realizado em função da base económica do país, é importante porque não só os responsáveis do sector devem estar abalizados como aqueles que tem a obrigação de divulgar as matéria sobre a política do governo sobre o sector da geologia e minas. A curto prazo temos projectos que deverão arrancar até 2018, destes temos o projecto de ferro gusa na província do Cuando Cubango, que vai gerar mil e 500 postos de trabalho, de igual modo o de Kassinga que terá 800 postos de trabalho e produzir 1 milhão e 700 mil toneladas de minério por ano, ainda temos o de ferro no Cuanza Norte, em Kassala Kitungo, o projecto de ferro de Cerca na mesma província, o de ouro na Huíla, subsector das rochas ornamentais e 14 de exploração, disse.

 

Falou ainda que, em 2017, pretende-se produzir 65 mil metros cúbicos e exportar 38 mil metros cúbicos, a estratégia de médio prazo vai até 2025 e tem por objectivo alterar a base económica do país.

O Instituto Geológico de Angola apresentou vários tipos e subtipos de genéticos de jazigos de asbeto. No caso de crisotilo-asbesto, são considerados grandes os jazigos com mais de 20 milhões de toneladas, médios, entre 5-20 milhões de toneladas e pequenos, com menos de 2 milhões de toneladas.

Para o anfibolo-asbeto, são grandes os jazigos com reservas superiores a 10 mil toneladas, médios entre 2-10 milhões de toneladas e pequenos, com menos de 2 mil toneladas.

O evento que culminou com Debates e Coffee Break contou com a presença de prelectores como o Secretário de Estado da Comunicação Social Dr. Manuel da Conceição, Dr. José Galiano, MGM, António Kassoma, Dr. Araújo, Mankenda Ambroise, André Buta, Américo da Mata-BADAGEO, Paulo Tanganha e Luciano Ganhanga, SIRMA.

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