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Microsoft África antevê empresas mais eficientes com menos investimentos em IT em 2017

As empresas que apostarem na Cloud computing – manuseamento de aplicativos e armazenamento de produtos e serviços na nuvem – terão a possibilidade de tornar-se mais eficientes e posicionarem-se melhor no mercado. Essas organizações gastarão menos, porque deixarão de investir em hardware, manutenção e em mão de obra especializada, apostando num serviço inovador, seguro, eficiente, mais económico e disponibilizado por companhias especializadas, segundo Natasha Matos-Hemeningway, directora de operações da Microsoft, em declarações aos jornalistas no final do Fórum Microsoft Cloud, realizado na terça-feira,14 de Março, em Luanda.

O serviço de Cloud Computing, adaptável aos vários modelos de organizações e diferentes sectores de actividades, centra-se essencialmente na capacidade dos agentes económicos, empresas e cidadãos particulares usarem servidores virtuais na realização de suas operações, permitindo com que às novas organizações não constitua impedimento a falta de meios informáticos para o arranque de suas actividades.

“A Cloud oferece aos países desenvolvidos e em desenvolvimento uma ampla gama de benefícios, além da criação de empregos através da inovação, a redução de custos, a democratização da computação e inclusão social, maior agilidade e segurança”, disse Natasha Matos-Hemeningway

O alojamento de produtos e serviços na Cloud é possível, sobretudo em países com muita conectividade, pois apresenta-se como uma solução que permite aos usuários alojarem seus conteúdos em servidores partilhados, muitas vezes localizados em geografias que distam milhares de quilómetros dos pontos onde se encontram os usuários deste serviço.

 Criação de uma Cloud local

Em Angola o serviço de Cloud, disponibilizado pela Microsoft, é eficiente mas pode melhorar se a multinacional norte americana decidir criar uma Cloud Nacional, recorrendo aos serviços de data center´s locais, como é o caso do Angonap, da Angola Cables, actualmente o mais moderno e robusto data center do país.

De acordo com António Nunes, CEO da Angola Cables, um dos participantes ao evento, estão a decorrer negociações com a Microsoft de formas a poder-se ter uma Cloud local. Naturalmente que ao colocar-se uma Cloud pública em Angola, de um fornecedor como a Microsoft, custos que tenderão a reduzir porque se diminui a parte de conectividade internacional.

“Nós estamos a fazer a parte internacional de conectividade, garantindo que  os serviços alojados no exterior tenham uma conectividade eficiente. Os servidos da Microsoft estão alojados na Europa e, como estão na Europa, o cabo existente WACS – que liga Angola a Europa – já satisfaz este serviço, garantindo uma boa acessibilidade aos serviços aqui apresentados”, disse António Nunes, CEO da Angola Cables, um dos participantes ao evento.

António Nunes defendeu que a sociedade digital é o futuro das economias mundiais, apontando que cada vez mais as economias estão baseadas numa economia digital.

“Isso significa dizer que nós temos que nos inserir nesta economia digital mundial para termos o nosso avanço económico garantido no futuro”, disse.

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