Crónicas
BULUVE, o “pai” dos elefantes (parte III)
Uma equipa de trabalhadores foi colocada em cada picada e quando, nos primeiros dias de Abril fui levar alimentação a uma das frentes de trabalho, encontrei no troço do Oncocua rastos de um solitário que marcara bem a sua passagem sobre o areal da mulola. ...Filhos de mais do que um país
“Entre várias outras, uma das situações que permitem a um cidadão Angolano (ou de outra nacionalidade) obter a nacionalidade Portuguesa é o facto de terem um avô ou avó Portugueses.” ...Ecos de Macau: A proximidade
Quem cá mora há algum tempo, já se habituou a cruzar-se diariamente com caras conhecidas. Mas quando essas caras deixam de ser o Zé da tasca, o Manuel do restaurante ou o Lei que costuma comprar jornais sempre no mesmo sítio e passam a ser nomes nacionais ou internacionais das artes e da música, a conversa é totalmente diferente. ...Buluve, o “Pai” dos elefantes (parte III)
Uma equipa de trabalhadores foi colocada em cada picada e quando, nos primeiros dias de Abril fui levar alimentação a uma das frentes de trabalho, encontrei no troço do Oncocua rastos de um solitário que marcara bem a sua passagem sobre o areal da mulola. ...Buluve, o “Pai” dos elefantes (Parte II)
Foi no fim de Abril de 1964, ainda o mato estava coberto de verde, as espinheiras enfeitadas com flores amarelas e o granito nas serras coberto de musgo húmido, quando a primeira notícia do Buluve chegou ao Mamué. O meu bom e saudoso amigo John Cabral, o grande caçador das terras do Mulovei, chegou ao Chinkite com a boa nova. ...China – um exemplo do futuro
Muitos jovens de trinta e poucos anos, são hoje industriais com centenas de funcionários a seu cargo, e excedentes de tesouraria para investir em mercados onde uma alta rentabilidade lhes possa ser assegurada. ...O Portugal multicultural
É sempre bom para quem mora neste cantinho tão longe de casa, ouvir uma voz tão familiar como a de Maria João, acompanhada ao piano pelo grande nome do jazz português, Mário Laginha....Buluve, o pai dos elefantes
Na minha já longa carreira profissional, muitas foram as caçadas que me marcaram, mas uma ficou gravada com tanto pormenor que ainda hoje sinto os cheiros que me acompanharam durante as longas caminhadas e ainda hoje oiço os ruídos que me rodearam durante as muitas horas em que sofri o efeito da derrota, mas também o breve minuto em que rejubilei quando a vitória aconteceu. ...Uma identidade intercontinental
Como Luso-Angolano digo convictamente que há muito maior identidade e proximidade entre um Português e um Angolano, do que entre um Português e um Sueco, Belga ou Finlandês. ...



