Guiné-Bissau não vai cometer erros na indústria extractiva
Carlos Gomes Júnior, primeiro-ministro guineense.
Carlos Gomes Júnior, primeiro-ministro da Guiné-Bissau, considera que o seu país não tem razão para cometer os erros involuntários cometidos por outros países devido aos cuidados que está a ter com a exploração dos seus recursos minerais.
O chefe do Governo guineense considera a Guiné-Bissau não tem razão para cometer os erros cometidos por outros países no que se refere à exploração dos seus recursos minerais. A ideia foi defendida durante a cerimónia de abertura da conferência nacional sobre a "Indústria Extractiva e Desenvolvimento Durável", que até até sexta-feira junta 150 especialistas em Bissau.
"O sector geomineiro encontra-se ainda numa fase embrionária, mas com boas perspectivas de uma nova fase do seu desenvolvimento com a produção dos fosfatos de Farim, bauxite em Boé, elminite em São Domingos e petróleo na zona insular do país", disse Carlos Gomes Júnior.
Lembrando as “tecnologias hoje existentes, meios e ferramentas para a monitorização e gestão ambiental e os procedimentos encetados pela Guiné-Bissau”, Carlos Gomes Júnior reiterou os compromissos assumidos no âmbito da iniciativa transparência na indústria extractiva pelo que considera que “o país não tem razão para cometer os erros involuntários de outros países africanos".
O primeiro-ministro guineense defendeu contudo que o país deve ter sempre em linha de conta os resultados dos estudos do impacto ambiental.
Fonte: Oje/Lusa







