Força militar só parte Bissau a pedido das autoridades guineenses
O eventual envio de uma força militar de intervenção para a Guiné-Bissau só será considerado mediante um pedido explícito das autoridades guineenses. Esta é pelo menos a convicção do secretário executivo da Comunidade de Países de Língua Oficial Portuguesa (CPLP), Domingos Simões Pereira.
Para Domingos Simões Pereira e para o presidente angolano, José Eduardo dos Santos, o eventual envio de uma força militar de intervenção para a Guiné-Bissau só acontecerá caso exista um pedido expresso das autoridades guineenses.
"Não só concordo, como isso corresponde àquilo que vínhamos a dizer desde Abril de 2009", disse Domingos Simões Pereira em Lisboa, capital de Portugal.
"Depois da reunião extraordinária do Conselho de Ministros da CPLP, que teve lugar na Cidade da Praia (em Julho de 2009), apoiamos a decisão da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental de mobilizar alguma capacidade interventiva, mas nós dissemos que isso ficava condicionado a um pedido explícito por parte das autoridades guineenses", acrescentou Simões Pereira.
Fonte: Lusa






