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Confrontos regressam à Praça Tahrir no Egipto

Um grupo de polícias e manifestantes envolveram-se em graves confrontos na manhã desta quarta-feira, 29 de Junho, na Praça Tahrir, no centro do Cairo. Pelo segundo dia consecutivo, os manifestantes saíram à rua para exigir maior celeridade na acusação dos agentes de segurança responsáveis pelas mortes durante as revoltas populares de Fevereiro.

 

Pelo segundo dia consecutivo, forças de segurança e manifestantes envolveram-se em confrontos na capital do Egipto, fazendo lembrar a onda de violência que se gerou no Cairo antes da queda do regime de Hosni Mubarak.
A polícia de choque cercou o ministério do Interior e dispersou com gás lacrimogéneo os manifestantes, que por sua vez responderam com pedras e dispararam bombas.

Dezenas de pessoas ficaram feridas no dia anterior
A violência desta quarta-feira foi, apesar de tudo, bastante menor do que a da noite anterior, quando os manifestantes enfrentaram cinco mil polícias.
Esta terça-feira, dezenas de pessoas ficaram feridas num protesto que contou com a participação de cerca de cinco mil pessoas no centro do Cairo.

Egípcios exigem celeridade nas acusações
Na manifestação, realizada na Praça Tahrir, os familiares das mais de 850 vítimas da revolução egípcia reclamaram maior celeridade na acusação dos agentes de segurança que terão sido responsáveis pelas mortes durante os 18 dias de revoltas populares, que terminaram com a queda de Hosni Mubarak, em Fevereiro.

Fonte: Diário Digital/Lusa 

 

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